Tal pai, tal filho

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O garoto Dirlan tem tudo pra trilhar o caminho do pai

Tico Mineiro e seu filho Dirlan (foto: arquivo pessoal Tico Mineiro)

Muita gente já deve ter escutado a expressão “tal pai, tal filho”. O garoto Dirlan, de apenas 13 anos, é filho do ex-jogador de futebol, Tico Mineiro. Com uma vida ainda longa pela frente, Dirlan tem se destacado nos campeonatos que disputa. Seguir os passos do pai no futebol profissional parece ser o caminho mais provável pra ele.

Tico Mineiro passou por clubes como Democrata, Desportiva-ES, Botafogo, Criciúma, Portuguesa Santista, Jeonnam Dragons (Coréia do Sul), além de atuar por um bom tempo em clubes do nordeste. Agora, ele vê seu filho mostrar muito talento com a bola nos pés. “Meu filho joga bola desde os seis anos. Começou cedo em escolinhas, chegou atuar no campo em alguns clubes aqui da cidade e hoje está no Filadélfia. Ele tem uma característica de um jogador mais técnico. Eu já fui um cara mais voluntarioso, atleta que empenhava muito nas partidas, já o Dirlan é mais habilidoso. Pra idade e pelo que ele consegue fazer, eu o considero muito técnico, eu também tinha técnica, mas a dele é mais apurada com certeza”, disse.

Tico Mineiro atuando com a camisa do Democrata (foto: arquivo pessoal Tim Filho)

Atualmente Dirlan joga futsal e futebol soçaite em Governador Valadares, mas Tico Mineiro espera que o momento de ver o filho migrar para o futebol de campo logo chegará.  “Tenho recebidos muitos convites pra levá-lo ao campo, esse é o nosso objetivo no futuro. No primeiro semestre em alguns finais de semana o meu filho para jogar no Jabaquara, clube amador tradicional de Ipatinga, lá tem uma base boa e as coisas funcionam bem”, revelou.

Prevendo um futuro no futebol profissional para o filho, Tico Mineiro conta que sempre conversa com ele sobre o ambiente do futebol. “O que eu vislumbro é que ele siga os meus caminhos, e lá na frente, possa se tornar um atleta profissional de futebol como eu fui. Espero que ele tenha uma carreira maravilhosa e que isso traga benefícios pra ele, além de um aprendizado de vida. Eu que fui atleta sou suspeito de falar, pois só tenho que agradecer o que o futebol me proporcionou na vida. Converso muito com meu filho, chego ao ponto de ser chato e pegajoso. O futebol é uma coisa que você precisa ter foco naquele objetivo que você quer na carreira, então nesses aspectos ele não vai ter como fugir de mim. Eu vivi 18 anos no futebol profissional e o que eu tiver de passar de melhor pra ele vou passar, até alertar sobre os erros que eu tive no passado, então ele vai estar com o papai aqui, e com certeza ele estará bem amparado”, finalizou.

 

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